quarta-feira, 19 de abril de 2017

PREGAÇÃO PASTOR EUDES - 14/04/17

PREGAÇÃO PASTOR EUDES - 02/04/17

PREGAÇÃO PASTOR EUDES - 19/03/17

O Sermão Profético – A Vinda do Filho do homem

O Sermão Profético – A Vinda do Filho do homem (Mc 13.24-31) Depois de descrever o período tribulacional, o Senhor Jesus revelou que no seu final haverá perturbações no cosmo (o sol se escurecerá, a lua não dará a sua luz, as estrelas cairão dos céus e as potências dos céus serão abaladas) e a consequente vinda do Senhor Jesus em glória. “E então verão vir o Filho do homem nas nuvens, com grande poder e glória”, seguindo-se o arrebatamento da Igreja descrito no texto como uma ordem dada por Deus aos anjos para que ajuntem os crentes em todos os quadrantes da terra. Depois, o Senhor proferiu uma parábola falando que quando uma figueira apresentava ramos novos e brotavam folhas era sinal de que o verão se aproximava. “Assim também vós, quando virdes sucederem estas coisas, sabei que já está perto o verão”. Em seguida o Senhor Jesus revelou que a geração em que essas coisas acontecessem seria a última geração da história da humanidade como a conhecemos. Terminando, o Senhor falou sobre a infalibilidade da Palavra de Deus. “Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão”. Quanto à segunda vinda do Senhor, é bom lembrar que a mesma será pessoal, física, visível e gloriosa. Em relação ao arrebatamento da Igreja lembramos que os crentes falecidos serão ressuscitados e os crentes vivos serão transformados e ambos, num só grupo, a igreja completa, será impulsionada pelo Espírito Santo para se encontrar com o Senhor Jesus nos ares, e assim, disse Paulo, estaremos para sempre com o Senhor. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

O Sermão Profético (Continuação) (Mc 13.14-23)

Reflexões no Evangelho de Marcos O Sermão Profético (Continuação) (Mc 13.14-23) Nessa parte do seu sermão profético, o Senhor Jesus continua tratando sobre a questão da destruição de Jerusalém, que ocorreu no ano 70 da era cristã. Ele começa falando sobre a abominação da assolação, ou seja, a profanação do templo quando as insígnias romanas (a águia) seriam instaladas dentro do santuário israelita. Falou também sobre o perigo que sofreriam aqueles que estavam na cidade e proferiu um lamento sobre aquelas que estavam grávidas e das mães com filhos menores, e exortou para que se orasse para que a fuga deles de Jerusalém não acontecesse no inverno, pois isso dificultaria enormemente essa ação. Em seguida Jesus, falou sobre a grande aflição que iria se abater sobre os judeus naquele período, e sobre o mundo no período que antecederia a sua segunda vinda. “porque, naqueles dias, haverá uma aflição tal, qual nunca houve desde o princípio da criação, que Deus criou, até agora, nem jamais haverá. E, se o Senhor não abreviasse aqueles dias, nenhuma carne se salvaria; mas, por causa dos escolhidos que escolheu, abreviou aqueles dias” Mc 13.19,20. Falou ainda Jesus sobre o surgimento de falsos salvadores (falsos cristos) que surgiriam nesse período e falso alarme que seria dado naquele período sobre a vinda do Messias, esperado ainda por Israel. É bom esclarecer que para um segmento evangélico esse texto (Mc 13.14-23) refere-se ao período tribulacional escatológico e não aos dias de aflição quando do cerco e destruição da cidade de Jerusalém nos final da década de 60 e no inicio do ano 70 da era cristã. Terminando essa parte, Jesus os adverte que de antemão tinha avisado a todos o que aconteceria no futuro. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

O Sermão Profético – O Princípio de Dores (Mc 13.1-13)

Reflexões no Evangelho de Marcos O Sermão Profético – O Princípio de Dores (Mc 13.1-13) Ao saírem do templo de Jerusalém, os discípulos do Senhor, admirados, fizeram menção a grandiosa obra arquitetônica construída por Zorobabel (livro de Esdras) e embelezada por Herodes, o Grande. Jesus aproveitou o ensejo para profetizar a destruição do templo, cuja profecia se cumpriu quarenta e dois anos depois, no ano 70 da era cristã, quando os romanos sob o comando do general Tito investiram contra a cidade de Jerusalém e a conquistaram. No monte das Oliveiras, os discípulos Pedro, Tiago, João e André perguntaram a Jesus quando essas coisas aconteceriam e quais os sinais que precederiam aquela catástrofe. Respondendo a pergunta dos quatro discípulos Jesus deu-lhes alguns sinais que antecederiam a destruição do templo: 1) Alertou que tivessem cuidado com os falsos messias que iriam surgir e enganariam a muitos; 2) Informou que eles ouviriam ruídos de guerras e rumores de guerras; 3) Informou ainda que o mundo da época seria envolvido em guerras (nação contra nação e reino contra reino); 4) Falou também sobre terremotos e fomes em diversos lugares em proporções acima do normal; 5) Falou também sobre a intensa perseguição que a Igreja enfrentaria nesse período (entregariam os discípulos aos concílios e as sinagogas, seriam açoitados; membros das famílias iriam denunciar seus parentes crentes, e um ódio intenso contra a Igreja iria se estabelecer); 6) Informou ainda que mesmo sofrendo perseguições o evangelho seria pregado no mundo gentílico. Jesus ainda disse que no momento de perseguição eles não deveriam se preocupar, pois teriam uma assistência especial do Espirito Santo, e falou sobre a necessidade da perseverança na fé. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

A Oferta da Viúva Pobre (Mc 12.41-44)

Reflexões no Evangelho de Marcos A Oferta da Viúva Pobre (Mc 12.41-44) Numa de suas idas ao templo em Jerusalém, o Senhor Jesus assentou-se defronte do gasofilácio e observou os contribuintes depositando as suas ofertas. Aquela observação ensejou a Jesus dizer aos seus discípulos o que vira e a lição decorrente dela. Ele disse que muitos ricos depositavam grandes valores na arca do tesouro e disse também que uma viúva depositara duas moedas de pequeníssimo valor. Aí o Senhor revelou como Deus vê essa questão. O Senhor disse aos seus discípulos que a viúva dera mais do que os ricos deram. Evidentemente que Jesus estava apontando para a questão de coração na entrega do ofertório e que Deus não se impressionava com quantidade e sim com a liberalidade de um coração agradecido. É importante que compreendamos que o gasofilácio interessa a Deus. Observe que intencionalmente Jesus se postara defronte da arca do tesouro, o lugar onde os israelitas depositavam as suas contribuições. Essa atitude do Senhor Jesus nos direciona a levar a sério essa questão que muitos desprezam por pura avareza. Aquelas pessoas que entregam as suas contribuições para a manutenção da obra do Senhor com reservas, do que sobra, sem ser de coração já devem ter consciência de que Deus não se impressiona com quantidade e sim com a intenção do coração, com a obediência aos seus mandamentos. É bom lembrar ainda que tudo pertence a Deus, inclusive as nossas finanças. Somos mordomos com a responsabilidade de administrar aquilo que pertence a Deus. Assim sendo, não retenhamos aquilo que é de Deus (os dízimos e as ofertas), pois isto é para a manutenção do seu trabalho, e ao contribuir, façamos isto como uma manifestação de amor e gratidão ao Senhor. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

Jesus Censura os Escribas (Mc 12.38-40)

Reflexões no Evangelho de Marcos Jesus Censura os Escribas (Mc 12.38-40) Depois de perguntar aos religiosos que estavam no templo sobre a questão da filiação do Messias, Jesus dirige-se ao grupo dos escribas e o censura fortemente pelo fato deles gostarem de andar com vestes diferenciadas, de serem saudados nas praças e de ocuparem as primeiras cadeiras nas sinagogas, mas que por trás daquela aparência de piedade estavam pessoas orgulhosas, soberbas e pervertidas, pois devoravam as casas das viúvas usando como pretexto visitas onde oravam longamente. O Senhor os fulmina dizendo que eles receberiam maior condenação no juízo vindouro, pois conheciam profundamente a lei divina e não a praticavam. Todos já temos conhecimento de que na sociedade israelita da época em que Jesus viveu, havia diversos grupos religiosos (saduceus, fariseus, escribas, herodianos, essênios, sicários, etc), dentre eles os homens responsáveis pela cópia dos textos sagradas, os escribas. Também eles serviam como intérpretes da Lei quando havia uma dúvida a ser dirimida. Eles eram consultados para esclarecer questões teológicas no meio do povo de Deus e também para transcrever, como dito, os textos sagrados para uso nas sinagogas e em outros segmentos. Quando o rei Herodes soube que havia nascido um rei em Israel, o Messias, ele consultou os escribas sobre o local do seu nascimento, que se encontrava profetizado por Miquéias (Mt 2.3-6). Os escribas por serem conhecedores da lei divina e dos escritos sagrados e pelo fato de serem copistas, comentadores, leitores, etc, foram responsabilizados pelo Senhor Jesus Cristo e ameaçados de juízo maior pelo fato de serem hipócritas, ensinando e não praticando aquilo que ensinavam. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

Cristo, Filho de Davi (Mc 12.35-37)

Reflexões no Evangelho de Marcos Cristo, Filho de Davi (Mc 12.35-37) Nesse texto encontramos o Senhor Jesus inquirindo os líderes religiosos de Israel sobre uma questão messiânica. O Senhor fez uma referência aos ensinamentos dos escribas sobre a filiação do Messias que diziam corretamente que o Messias era filho de Davi, ou seja, um dos seus descendentes. Só que Jesus lhes faz a seguinte pergunta: Como Davi O chama de Senhor num dos seus salmos, se ele é seu filho? “O Senhor disse ao meu Senhor: Assenta-te a minha direita até que eu ponha os teus inimigos por escabelo dos teus pés”. É bom esclarecer o assunto, pois a princípio pode-se entender que o Messias surgiria no cenário da época sem descender de ninguém. No programa redentor estava previsto que o Messias seria um dos descendentes de Davi no plano humano, para se cumprir uma promessa feita a Davi. Mesmo numa época muito remota já fora profetizado por Jacó que da tribo de Judá nasceria o Rei sacerdote, o Messias. Acontece que o Messias prometido não seria um mero homem nascido da casa real de Davi, mas também, principalmente, o próprio Filho de Deus que, encarnaria e viria realizar a obra redentora na cruz do Calvário. Como Deus, Jesus era o Senhor de Davi, mas como homem era um dos seus descendentes. Interpretando o texto citado por Jesus (Salmo 110.1) entendemos que o SENHOR (JAVÉ) que disse ao Senhor (ADONAI), era Deus Pai falando para o Deus Filho: Assenta-te a minha mão direita até que ponha os teus inimigos por escabelo dos teus pés. Poderíamos correlacionar esse texto com Romanos 14.11, quando por determinação do Pai todo o joelho se dobrará diante de Jesus e toda a língua confessará a Deus. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

OSÉIAS – O MESSIAS PROMETIDO

CRISTO NA BÍBLIA (Pr. Eudes) OSÉIAS – O MESSIAS PROMETIDO Oséias é o primeiro livro dos chamados profetas menores. Os cinco primeiros livros proféticos são chamados profetas maiores (Isaías a Daniel). As designações profetas maiores e profetas menores tem haver com o tamanho dos livros e não com a importância desses profetas. Oséias profetizou no reino de Israel em aproximadamente 715 a.C. Naquela época o povo de Israel já tinha se rendido a idolatria. O profeta Oséias foi ordenado por Deus a se casar com uma mulher de vida fácil, dar-lhe um nome, e o aconchego de um lar. Gomer, a mulher de Oséias, depois de um período de convivência com o seu marido, abandonou-o e voltou à vida de prostituição. Deus ordenou novamente a Oséias a procurar Gomer convidando-a ao convívio do lar, perdoando a sua infidelidade e restaurando os laços matrimoniais. A lição especial desse livro, baseada na vida conjugal dramática de Oséias, era revelar que Deus e Israel tinham um relacionamento conjugal um com o outro. Deus era o marido de Israel e Israel era a esposa de Javé. O abandono de Israel ao seu marido era um adultério espiritual, uma infidelidade de uma esposa para com o seu marido. Quanto a Cristologia, na linguagem do Novo Testamento, a Igreja é considerada a noiva de Cristo e Cristo o noivo da Igreja. Ela está comprometida com Ele. Paulo escrevendo aos efésios faz uma correlação da relação conjugal entre marido e mulher com Cristo e a Igreja (Ef 5.22-32). Quando da segunda vinda de Cristo ocorrerá nos Céus uma festa de casamento entre Cristo e a Igreja. “E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E disse-me: Estas são as verdadeiras palavras de Deus” Ap 19.9. Ainda em Apocalipse a esposa do Cordeiro é apresentada em todo o seu fulgor, depois da festa de casamento. E veio um dos sete anjos... e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a esposa, a mulher do Cordeiro. E levou-me em espírito a um grande e alto monte e mostrou-me a grande cidade, a santa Jerusalém, que de Deus descia do céu. E tinha a glória de Deus. A sua luz era semelhante a uma pedra preciosíssima, como a pedra de jaspe, como o cristal resplandecente” Ap 21.9-11. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti