quarta-feira, 18 de outubro de 2017

CRISTO NA BÍBLIA - MATEUS (CRISTO, O REI DE ISRAEL)

CRISTO NA BÍBLIA (Pr. Eudes) MATEUS – O CRISTO, O REI DE ISRAEL Vimos que todos os livros do Antigo Testamento falaram sobre o Messias, direta ou indiretamente, através de profecias, instituições, tipos, figuras, etc. Entre o Antigo e Novo Testamento temos um período de quatrocentos anos quando Deus não falou através de profetas, conhecido como silêncio profético, ou período interbíblico. O Novo Testamento começa com o Evangelho de Mateus. Mateus fora um dos apóstolos e testemunha ocular de toda a vida ministerial de nosso Senhor Jesus Cristo. O seu livro, juntamente, com os evangelhos de Marcos e Lucas, são chamados de Evangelhos Sinóticos porque os relatos são similares. Os registros nesse Evangelho sobre o nascimento e infância de Jesus (anunciação do nascimento, nascimento, a fuga da família para o Egito para escapar da sanha assassina de Herodes o grande, e a sua volta para Nazaré onde seria criado), e da sua vida em Nazaré como carpinteiro, certamente Mateus o fez baseado em testemunhos de terceiros, pois só a partir da sua chamada para o apostolado é que ele passou a ser testemunha ocular dos fatos registrados em seu Evangelho. Esse Evangelho tem uma peculiaridade interessante que é apresentar Jesus aos judeus como o Rei de Israel, da casa real de Davi, o Rei Messiânico prometido no Antigo Testamento e para isso Mateus começa o seu Evangelho com uma genealogia de Jesus a partir de Abraão, tendo como ponto central o rei Davi e os seus descendentes até chegar a Cristo, filho de José, da casa de Davi. Quando Mateus pontua os fatos relevantes sobre a vida de Jesus sempre o faz dizendo: isso aconteceu para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta fulano de tal. Na biografia de Jesus, Mateus registrou o batismo de Jesus por João Batista, a sua unção pelo Espirito Santo, o famoso Sermão do Monte, as Parábolas do Reino, os milagres realizados por Cristo, o Sermão Escatológico, e ele fez um registro pormenorizado da semana final de Jesus culminando com a sua morte ignominiosa na Cruz do Calvário, sua gloriosa ressurreição e a grande comissão dada a Igreja para que pregasse o Evangelho, batizasse os novos conversos e os discipulassem, terminando o relato com a promessa de Jesus de que estaria sempre com eles. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

CRISTO NA BÍBLIA - TITO (CRISTO, A GRAÇA SALVADORA)

CRISTO NA BÍBLIA (Pr. Eudes) TITO - CRISTO, A GRAÇA SALVADORA Paulo escreveu treze cartas, nove a igrejas e quatro a obreiros companheiros e colaboradores seus de ministério (Timóteo, Tito e Filemom). Essas quatro cartas são chamadas de cartas pastorais, especialmente as cartas de Timóteo e Tito. Tito, o jovem colaborador de Paulo, era grego. Apesar de ser colaborador de Paulo não existe nenhuma referência a ele nas viagens missionárias mencionadas no livro de Atos dos Apóstolos. Paulo e ele pregaram o evangelho na ilha de Creta e Paulo o encarregou da continuidade do trabalho naquela ilha, conforme o texto de Tt 1.5. Paulo tinha um apreço muito grande por esse obreiro, pois o seu nome é citado por ele doze vezes (oito em 2º Coríntios, 02 em Gálatas, 01 em 1º Timóteo e 01 em Tito) sempre com boas referências. A carta a Tito teve o propósito de ajudar aquele obreiro na difícil tarefa de organizar a Igreja de Creta, bem como instrui-lo quanto aos seus deveres como pastor daquela Igreja. Na organização da Igreja de Creta a preocupação maior de Paulo era com a constituição de sua liderança eclesiástica, daí ele traçar o perfil do presbítero. Quanto a Cristologia em Tito, Paulo focaliza a questão da construção da Igreja por Cristo, que escolhe cuidadosamente as pedras espirituais que formam essa construção para a habitação de Deus em Espirito. Ainda em 2.13, Paulo enfatiza a bendita esperança que todo o salvo deve ter, que é a manifestação de Cristo em glória por ocasião de sua segunda vinda. “Aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus”. Paulo enfatiza ainda Cristo como o nosso Redentor e apresenta a sua segunda vinda como o grande motivador de uma vida de santidade, que tanto agrada a Deus. Em Tito 2.14, Paulo revela que Jesus deu-se a si mesmo para remir a Igreja de suas iniquidades, e para purificar para si um povo exclusivamente seu (a Igreja), zeloso de boas obras. No que se refere à redenção que há em Cristo Jesus, Paulo explica a sua operacionalização, que começa com o derramar do Espirito através de Cristo sobre o escolhido de Deus, regenerando a sua vida e o transformando numa nova criatura, através da ação desse mesmo Espirito (Tt 3.4-6). “Não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espirito Santo, que ele derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador”. Paulo ainda fala que os cristãos genuínos são justificados por graça e misericórdia, tornando-se assim herdeiros de Deus (Tt 3.7). Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

terça-feira, 10 de outubro de 2017

PREGAÇÃO PASTOR EUDES, 01/10/17 - O DEUS DESCONHECIDO DOS FILÓSOFOS ATENIENSES, MAS CONHECIDO DE PAULO

PREGAÇÃO PASTOR EUDES, 25/09/17 - UM HOMEM QUE TINHA PRESTÍGIO NOS CÉUS

CRISTO NA BÍBLIA - 1,2 TIMÓTEO (CRISTO, O ÚNICO MEDIADOR)

CRISTO NA BÍBLIA (Pr. Eudes) 1,2 TIMÓTEO - CRISTO, O ÚNICO MEDIADOR Paulo escreveu treze cartas, nove à igrejas e quatro à obreiros companheiros seus de ministério. Essas quatro cartas são chamadas de cartas pastorais, especialmente as cartas de Timóteo e a de Tito. Timóteo era um jovem crente filho de uma judia e de pai grego. Paulo, no início de sua segunda viagem missionária, ao chegar a Derbe e Listra toma conhecimento de um jovem crente que os irmãos davam bom testemunho dele e resolve chamá-lo para compor a sua equipe missionária. Timóteo cresceu muito na vida espiritual e ganhou a confiança de Paulo. Mais tarde Timóteo é designado por Paulo para tomar conta da igreja de Éfeso e lá serviu ao Senhor por um determinado tempo. Por natureza, Timóteo era um jovem tímido e que enfrentava frequentes enfermidades. As duas cartas que Paulo escreveu para ele visavam animá-lo no árduo ministério pastoral bem como orientá-lo em diversas questões atinentes a esse ministério. Quando da sua primeira carta a Timóteo, Paulo estava pregando o evangelho em liberdade, mas quando da segunda estava preso em Roma por causa do Evangelho. Muitas referências cristológicas são encontradas nesses dois livros canônicos, especialmente no primeiro, sendo uma delas aquela que revela Cristo como único mediador. “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem, o qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo” 1 Tm 2.5,6. O Senhor Jesus foi designado pelo Conselho da Santíssima Trindade para ser o único meio de interligar o homem a Deus, aliás, Ele já tinha dito isto quando disse que era o caminho, a verdade e a vida, e que ninguém viria ao Pai a não ser por ele (Jo 14.6). Cristo mediou na cruz a nossa terrível situação de inimigos de Deus por causa do pecado, e com o seu sacrifício tornou Deus favorável ao homem, pois pagou o preço da nossa divida contraída por causa do pecado. “... Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pôs em nós a palavra da reconciliação” 2 Co 5.19. As bênçãos dos Céus descem para as pessoas em geral, especialmente sobre a Igreja, através de Cristo, e as nossas orações, louvores, enfim a adoração sobe aos Céus através de Cristo. “Portanto ofereçamos sempre por ele a Deus sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que confessam o seu nome” Hb 13.15. Essa poderosa mediação possibilitou a nossa reconciliação com Deus e tornou Deus favorável a nós. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

CRISTO NA BÍBLIA - 1,2 TESSALONICENSES (CRISTO, O REI QUE VOLTA)

CRISTO NA BÍBLIA (Pr. Eudes) 1,2 TESSALONICENSES - CRISTO, O REI QUE VOLTA A Igreja de Tessalônica foi fundada por Paulo na sua segunda viagem missionária. Como a estada dele naquela cidade foi rápida por causa de perseguição e ele não teve tempo de doutrinar a Igreja, viu-se na necessidade de escrever àquela Igreja manifestando a sua alegria pela obra da graça divina no meio deles e ao mesmo tempo para esclarecer-lhe certos assuntos doutrinários em especial a questão dos crentes falecidos e o futuro deles, o que ele fez na Primeira Carta aos Tessalonicenses. A revelação da verdade da segunda vinda do Senhor e a consequente ressurreição dos crentes falecidos e a transformação dos crentes vivos e o arrebatamento da Igreja, causou um impacto profundo na vida da Igreja a ponto de diversos irmãos se desfazerem de seus bens para esperar o Senhor na Igreja, devido ao entendimento deles da iminente vinda do Senhor. Tal desorganização na vida da Igreja chegou ao conhecimento de Paulo que escreveu a segunda carta aos tessalonicenses para disciplinar a questão. Sobre o assunto da segunda vinda do Senhor, Paulo disse: “Dizemos-vos, pois, isto pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem. Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor” 1 Ts 4.15-17. Nesse texto, Paulo enfatiza que o Senhor virá uma segunda vez, desta feita para buscar a Igreja ou arrebatá-la para si. E quando da segunda vinda, os crentes falecidos, desde o primeiro até o último, ressuscitarão dentre os mortos com corpos glorificados e os irmãos que estiverem vivos serão transformados num abrir e fechar de olhos e ambos, ressurretos e transformados, todos com corpos glorificados serão impulsionados pelo Espirito Santo para o céu atmosférico a fim de se encontrar com Jesus. Na segunda carta, Paulo revela os sinais da proximidade desse grande e glorioso dia, que são dois: 1) A apostasia; 2) A manifestação do Anticristo. “Ninguém, de maneira alguma, vos engane, porque não será assim sem que antes venha a apostasia e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição” 2 Ts 2.3. Na primeira carta Cristo vem para buscar a Igreja e na segunda Ele vem para julgar os ímpios e punir o Anticristo. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

CRISTO NA BÍBLIA - COLOSSENSES (CRISTO, A ESPERANÇA DA GLÓRIA)

CRISTO NA BÍBLIA (Pr. Eudes) COLOSSENSES – CRISTO, A ESPERANÇA DA GLÓRIA Tudo indica que a Igreja de Colossos, cidade grega, próximo a Éfeso, foi fundada pelo ministério de longo alcance do apóstolo Paulo, que passou três anos em Éfeso, fazendo com que os habitantes da Ásia Menor tomassem conhecimento do Evangelho de Cristo (At 19.10; 20.31). Segundo os estudiosos bíblicos, Paulo nunca visitou aquela Igreja em suas viagens missionárias. Ele escreveu para os Colossenses a fim de combater uma heresia que grassava na Igreja, heresia essa que era cheia de sincretismo religioso, pois misturava ensinos bíblicos, tradições judaicas extrabíblicas e filosofias pagãs, que solapava a centralidade de Cristo. A carta também foi escrita com o propósito de realçar a pessoa e a obra de Cristo, e para revelar a verdadeira natureza da nova vida nEle. O Senhor Jesus nessa carta é retratado como a imagem do Deus Invisível, a plenitude da Deidade em forma corporal, humana, e o Criador de todas as coisas, visíveis e invisíveis, e a cabeça da Igreja e a fonte suficiente da nossa Salvação. Quanto a “Cristo em vós, esperança da gloria” (1.27) esse tema trata da habitação de Cristo no cristão genuíno através da pessoa do Espirito Santo. Essa habitação de Cristo no cristão condiciona todo o seu viver e se evidencia numa conduta cristã sadia que glorifique a Deus dentro do lar, da Igreja e no mundo. Paulo faz um apelo a Igreja de Colossos para que viva a vida cristã alicerçada na suficiência completa de Cristo, por ser esse o único meio para um progresso espiritual sadio, que redunde na glória de Deus bem como na expectativa de glória proveniente da habitação de Cristo na vida do crente, neste mundo e na eternidade. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

terça-feira, 12 de setembro de 2017

PREGAÇÃO PASTOR EUDES - 03/09/17 - UM TESTEMUNHO QUE INSPIRA

CRISTO NA BÍBLIA - FILIPENSES (CRISTO, A RAZÃO DO VIVER)

CRISTO NA BÍBLIA (Pr. Eudes) FILIPENSES – CRISTO, A RAZÃO DO VIVER A Igreja na cidade de Filipos começou com a conversão da comerciante Lídia e sua família e a do carcereiro de Filipos e sua família, conforme relato de At 16.12-40, isto na segunda viagem missionária de Paulo. Um forte vinculo de amizade se desenvolveu entre o apóstolo e aquela Igreja, inclusive tornando-se ela uma parceira missionária do apóstolo enviando-lhe ajuda financeira várias vezes. Paulo escreveu essa carta quando estava prisioneiro em Roma, isso pelos idos de 63 d.C. Paulo ao escrever a carta aos Filipenses tinha como propósito: a) Manifestar a sua gratidão a Igreja pela ajuda que dera ao seu ministério apostólico; b) Informar sobre o seu estado pessoal, visto que estava preso por causa do Evangelho; c) Para fazer conhecido do Igreja o propósito de Deus em sua prisão em Roma; d) Para assegurar a Igreja que o mensageiro enviado por ela (Epafrodito), cumprira fielmente o seu papel; Para encorajar os membros da igreja a se esforçarem em conhecer melhor o Senhor que os resgatara, conservando a unidade, a humildade, a comunhão e a paz. Nessa carta encontra-se um dos mais belos hinos cristológicos de todo o Novo Testamento, que se encontra em Fp 2.5-11. Nesse hino encontramos revelados os estados de Humilhação e de Exaltação de Cristo. No Estado de Humilhação Paulo fala sobre a encarnação, os sofrimentos e a morte de Cristo, e no Estado de Exaltação Paulo fala sobre a ressurreição, ascensão e a entronização de Cristo. A Carta aos Filipenses ainda é, juntamente com 2 Coríntios, uma carta que mais revela o coração do apostolo aos gentios (carta autobiográfica). Sobre essa questão encontramos Paulo revelando, o que se segue: “Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho” Fp 1.21. Cristo, a suprema revelação do Pai, era o motivo principal da existência e ministério do apóstolo Paulo. Paulo o reconhecia como Deus a quem devia adoração, e Senhor a quem devia se submeter e fazer a sua vontade. E esse entendimento levava o apóstolo a consagrar plenamente a sua vida a Cristo e ao seu reino. Veja o que ele disse: “Mas o que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo. E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas as coisas, e as considero como esterco, para que possa ganhar a Cristo” Fp 3.7. Essa epístola é chamada também a epístola da alegria, por isso Paulo convoca a Igreja a se alegrar com ele: “Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez vos digo, regozijai-vos”. Fp 4.4. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

CRISTO NA BÍBLIA - EFÉSIOS (CRISTO, O CABEÇA DA IGREJA)

CRISTO NA BÍBLIA (Pr. Eudes) EFÉSIOS – CRISTO, O CABEÇA DA IGREJA O trabalho na cidade de Éfeso foi iniciado por Paulo em sua segunda viagem missionária (At 18.19-21) e consolidado na terceira viagem missionária (At 19.1-20.1). A carta aos Efésios foi escrita com o objetivo de revelar a grandiosidade do propósito redentor de Deus em Cristo Jesus. Ainda na carta, Paulo trata do viver cristão nas relações familiares e sociais no que se refere à vontade de Deus para uma convivência harmoniosa. A carta aos Efésios tem as seguintes características especiais: 1) A revelação da grande verdade teológica da redenção que há em Cristo Jesus, que é intercalada por duas orações do apóstolo; 2) A expressão “em Cristo” que é um dos temas tratados com mais frequências nas cartas paulinas (106 vezes), em Efésios é encontrada cerca de trinta e seis vezes; 3) Em Efésios é salientado o propósito e alvo eterno de Deus para a Igreja; 4) Há uma ênfase destacada no papel do Espírito Santo na vida cristã; 5) Efésios é tida como uma epístola gêmea de Colossenses pelo fato de apresentarem semelhanças em seus conteúdos e por terem sido escritas quase ao mesmo tempo. Na parte teológica da carta encontramos o mistério revelado por Deus através de Paulo que é de unir judeus e gentios num só corpo espiritual que é a Igreja, que está sendo edificada sobre o fundamento dos apóstolos e profetas e cuja pedra principal é o próprio Filho de Deus, o Senhor Jesus Cristo. Essa união é devido à poderosa obra realizada por Cristo na cruz, operacionalizada pela ação do Espírito Santo. Ainda quanto a Cristologia, dentre outras coisas, Paulo enfatiza que a Igreja é um corpo espiritual onde Cristo é o cabeça da mesma e os crentes são os membros desse corpo. “Antes, seguindo a verdade em caridade, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, do qual todo o corpo, bem ajustado e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, faz o aumento do corpo, para sua edificação em amor” Ef 4.15,16. Outra figura usada por Paulo, no que se refere à Cristologia, é a que revela que a Igreja é um edifício espiritual, nós os crentes somos as pedras dessa construção e o Senhor Jesus é o seu fundamento, a pedra de esquina. “Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos Santos e da família de Deus; edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina; no qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para templo santo no Senhor, no qual também vós juntamente sois edificados para morada de Deus no Espírito” Ef 2.19-22. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti