segunda-feira, 18 de julho de 2016

A Filha de Jairo – A Mulher que tinha um fluxo de sangue (5.21-43)

A Filha de Jairo – A Mulher que tinha um fluxo de sangue (5.21-43) Depois do episódio da expulsão de demônios em Gadara, Marcos nos apresenta dois fatos, um intercalado no outro, que foram os casos da ressurreição da filha de Jairo e a cura da mulher com um fluxo de sangue. O relato começa com a ida de Jairo, um dos principais da sinagoga, a presença de Jesus pedindo socorro para que ele curasse a sua filha que estava à beira da morte. Quando Jesus ia para a casa dele, acompanhado de uma multidão, uma mulher com uma hemorragia contínua aproximou-se dele e tocou em suas vestes e foi curada. Segundo o seu testemunho, ela dizia em seu coração que assim que tocasse nas vestes de Jesus ficaria curada, o que de fato aconteceu, sendo a sua fé elogiada por Jesus. Na continuação da ida de Jesus para a casa de Jairo, chegou a notícia de que sua filha falecera e que não precisava mais incomodar o Mestre. Ao ouvir isso, Jesus disse a Jairo: “Não temas, crê somente”. Ao chegar naquela casa os pranteadores já estavam em ação, e Jesus perguntou a todos por que estavam alvoroçados e choraram, pois a menina não estava morta e sim dormia, e todos riam dele. O senhor Jesus entrou no quarto da menina acompanhado de Pedro, Tiago e João e dos pais dela e, pegando a mão da menina, ordenou que ela se levantasse (Talita cumi) e assim aconteceu. A ressuscitação da menina deixou os presentes assombrados com grande espanto. Jesus ordenou que eles não divulgassem o fato, e que dessem de comer a menina. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

segunda-feira, 11 de julho de 2016

PREGAÇÃO PASTOR EUDES 03/07/16 AS RAZÕES DO FRACASSO DE SANSÃO

O Endemoninhado Gadareno (5.1-20)

O Endemoninhado Gadareno (5.1-20) No episódio da tempestade no Mar da Galileia acalmada por Jesus, os discípulos estavam indo para a margem oriental onde ficava a região de Decápolis. Ao saírem do barco logo se deparam com um homem possesso de espíritos malignos. A situação daquele homem era caótica. Segundo o texto bíblico ele vivia nos sepulcros, urrando feito bicho, ferindo-se com pedras e ninguém conseguia subjugá-lo, pois o prendiam com grilhões e cadeia, mas ele os despedaçava. O texto nos diz que ao ver Jesus, o homem cai diante dele em adoração. O demônio manifestou-se dizendo: que tenho eu contigo Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Jesus pergunta o nome do demônio e ele disse que era legião, porque eram muitos. Os demônios pediram a Jesus que os expulsava, que permitisse que eles entrassem numa manada de porcos que ali pastava. Jesus permitiu e os demônios saíram do homem e entraram nos porcos, que se precipitaram enlouquecidos por uma ribanceira no Mar da Galiléia. Os habitantes de Gadara, amedrontados, pediram a Jesus que saísse dali, mas o gadareno liberto pediu ao Senhor que permitisse O acompanhar, mas Jesus não concordou e sim o comissionou para anunciar aos seus o milagre que Deus fizera em sua vida. O texto sagrado nos diz que o testemunho do gadareno, dado na região de Decápolis, maravilhou a todos. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

Jesus Acalma a Tempestade (4.35-41)

Jesus Acalma a Tempestade (4.35-41) Esse episódio deu-se no Mar da Galiléia, chamado também de Lago de Genesaré ou Mar de Tiberíades. É - nos dito, no texto em apreço, que o Senhor Jesus convidou aos seus apóstolos a passarem para o outro lado do Mar da Galiléia. No trajeto levantou-se um forte temporal de vento que agitou a agua do lago formando ondas que quase levaram o barco a pique. O texto nos diz que Jesus estava dormindo quando as ondas enchiam o barco, e que fora despertado pelos apóstolos que disseram: “... Mestre, não se te dá que pereçamos?”. Continuando o relato, Marcos nos diz que Jesus despertando do sono, repreendeu o vento, e disse ao mar: Cala-te, aquieta-te. E o vento se aquietou e houve grande bonança. (Mc 4.38,39). Na oportunidade, Jesus censurou brandamente os seus discípulos, dizendo: “Por que sois tão tímidos? Ainda não tendes fé”. Diante daquele poderoso milagre sobre a natureza os discípulos temerosos e extasiados exclamaram: “... Mas quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem?” Mc 4.41. Nesse episódio podemos observar as duas naturezas do Redentor sendo evidenciadas: A natureza humana é evidenciada no sono que Jesus tivera. A divina, na poderosa ação controlando as forças da natureza quando o vento e o mar se aquietaram por Sua repreensão. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

quinta-feira, 30 de junho de 2016

A Parábola do Grão de Mostarda (4.30-34)

A Parábola do Grão de Mostarda (4.30-34) No texto em apreço nos é informado que o Senhor Jesus profere a quarta parábola seguida do grupo mencionado pelo Evangelho de Marcos. A ênfase novamente nessa parábola é o reino de Deus. Agora Jesus o compara a uma semente de mostarda que naquela região era a menor de todas as sementes. Essa semente apesar de pequenina quando germina produz a maior de todas as hortaliças e nela se aninham as aves do céu. O reino de Deus comparado a essa semente, significa que na sua expressão terrena teria um começo pequeno, mas cresceria extraordinariamente, o que aconteceu no primeiro século da era cristã e continua crescendo no mundo inteiro. As aves que se aninham nessa hortaliça são as pessoas de todo o mundo que creem e aceitam o Rei desse reino e encontram nele um lugar para se abrigar, descansar, crescer, etc. Esse trecho do evangelho termina revelando uma parte do propósito de Deus em usar o método de ensino através de parábolas. “E com muitas parábolas tais lhes dirigia a palavra, segundo o que podiam compreender. E sem parábolas nunca lhes falava, porém tudo declarava em particular aos seus discípulos” Mc 4.33,34. Interessante observar que a interpretação das parábolas era feita em particular para os seus discípulos, cumprindo-se aquilo que Jesus disse: “... porque a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é dado”. Mt 13.11. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

A Parábola da Semente (4.26-29)

A Parábola da Semente (4.26-29) Depois da parábola da candeia, o Senhor profere outra parábola, a da semente. Nessa parábola o reino de Deus é comparado a uma semente lançada à terra que, depois de semeada, por si mesma germina e cresce sem precisar do concurso do homem. Parece-me que nesta parábola o Senhor Jesus Cristo, além de apresentar o reino de Deus aos ouvintes, revela que cabe ao homem apenas semeá-lo, ou seja, divulgá-lo. Daí para frente o seu crescimento é consequência da ação do próprio Deus através do seu Espírito. Nessa parábola o Senhor ainda apresenta o ensino da consumação dos séculos, quando o trigo (os crentes em Cristo) será recolhido da terra e levado para a presença de Deus. No que refere ao Reino de Deus ou dos Céus é importante que entendamos que esse Reino revela o domínio universal de Deus sobre tudo e todos. Esse Reino adquire uma expressão visível com a encarnação do Verbo Divino. Ainda esse Reino é demonstrado pelas ações miraculosas realizadas por Jesus bem como pelos seus ensinamentos. Apesar de todas as criaturas estarem sob o controle desse Reino, os seus súditos são aqueles que reconhecem que são pecadores e que de coração acreditam no Rei desse Reino (Jesus) e O aceitam como Salvador e Senhor. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

quarta-feira, 15 de junho de 2016

A Parábola da Candeia (4.21-25)

A Parábola da Candeia (4.21-25) Depois de proferir a parábola do semeador e explicar aos seus discípulos o motivo dele falar por parábolas ao povo em geral bem como o significado daquela parábola, o Senhor Jesus profere outra parábola bem pequena que engloba apenas um versículo: “E disse-lhes: Vem, porventura, a candeia para ser posta debaixo do cesto ou debaixo da cama? Não vem, antes, para se colocar no velador?” Mc 4.21. Em seguida o Senhor Jesus faz uma advertência relacionada a essa parábola, nestes termos: “Porque nada há encoberto que não haja de ser manifesto; e nada se faz para ficar oculto, mas para ser descoberto. Se alguém tem ouvidos para ouvir, que ouça.” Mc 4.22,23. Depois Jesus chama a atenção de todos sobre a questão do julgamento que se faz de outrem. “... Com a medida com que medirdes vos medirão a vós, e ser-vos-á ainda acrescentada” Mc 4.24. Essas palavras de Jesus nos fazem lembrar sobre o mandamento de não julgarmos uns aos outros, pois só Deus, o justo Juiz, é que tem condições de julgar a todos. Leia Tg 4.11,12. Quanto à lição da parábola, é bom observar que Jesus ensinou que os crentes nele são a luz do mundo, e que essa luz deve brilhar a fim de que Deus seja glorificado pelas boas obras realizadas por eles. Veja Mt 5.14-16. Pr. Eudes Lopes Cavalcanti

A Parábola do Semeador (4.1-20)

A Parábola do Semeador (4.1-20) Nessa parte do seu evangelho, Marcos apresenta quatro parábolas proferidas por Jesus, sendo a primeira a parábola do semeador. Uma parábola é uma história tirada a partir do cotidiano da vida dos tempos de Jesus, que apresenta uma lição de cunho moral ou espiritual. Ainda a parábola era uma técnica didática usada pelos mestres de então. Na parábola do semeador é-nos apresentada uma semeadura em que uma parte da semente cai à beira do caminho, a outra cai entre pedregulhos, outra cai entre espinhos e a outra em boa terra. Nas três primeiras semeaduras não há produção de frutos. Só a semente que cai em boa terra é que produz frutos. Explicando a parábola em particular aos seus discípulos, Jesus disse que a semente é a palavra de Deus. O terreno chamado à beira do caminho é aquele coração que recebe a palavra, mas o maligno tira dele a semente. O terreno com pedregulhos é aquele coração que recebe a palavra com alegria, mas não a conserva de coração diante das dificuldades da vida cristã, sendo de pouca duração. O terreno com espinheiros é aquele coração que recebe a palavra, mas os cuidados e deleites da vida sufocam a palavra e ela não produz frutos com perfeição. A boa terra é aquele coração que recebe com fé a palavra e ela encontra guarida nele e produz fruto em abundância. Nessa parábola o Senhor ensinou que a pessoa que interioriza a Palavra de Deus produz muitos frutos para a glória de Deus. Pr. Eudes Lopes. Cavalcanti